Ex-primeira-dama da Coreia do Sul condenada a mais 7 anos de prisão por corrupção


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A Justiça da Coreia do Sul condenou, nesta sexta-feira (26), a ex-primeira-dama Kim Keon Hee a sete anos de prisão por aceitar joias da Tiffany e da Graff em troca de favores em nomeações para cargos públicos.
Kim é esposa do ex-presidente Yoon Suk Yeol, que foi condenado a décadas de prisão por declarar uma lei marcial fracassada.
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A mulher, de 53 anos, já cumpre pena de quatro anos por manipulação do mercado de ações e corrupção.
O tribunal a considerou culpada de aceitar “metais preciosos de grande valor” em troca de favores na nomeação de diversos funcionários.
A ex-primeira-dama teria recebido joias no valor de 103 milhões de won (cerca de 67 mil dólares ou 347 mil reais) de um magnata da construção civil em 2022 em troca de um emprego para o genro dele.
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Entre as joias que ela recebeu desse empresário estavam um colar da Van Cleef, um broche da Tiffany e brincos da Graff.
Além das joias, ela também aceitou uma tartaruga de ouro avaliada em aproximadamente US$ 1.700 dólares (R$ 8.820) de um político e um relógio Vacheron Constantin avaliado em US$ 25.400 (R$ 131.790), supostamente presenteado a ela por um empresário especializado em “cães robôs”.
Kim sempre defendeu sua inocência e argumenta que, embora tenha recebido presentes, eles não lhe foram dados em troca de favores.
Ex-primeira-dama sul-coreana Kim Keon Hee, mulher do ex-presidente Yoon Suk Yeol, é presa em Seul em 12 de agosto de 2025.
Jung Yeon-Je/Pool/AFP

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